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Chino Moreno permanece um dos mais enigmáticos homens de frente já respeitados no palco. Sua voz única influênciou toda uma geração de bandas e suas fascinantes performaces sao inegaveis. Com O Deftones, ele ajugou a definir a música alternativa. Sua música combinada com seu vocal desenfreado e emocionado com riffs precisos e turbilhões e texturas suaves para um fascinante sinal de post-grunge dentro disto tudo.Porém, um verdadeiro artista precisa mais do que uma tela. Então, no Team Sleep, Chino traz o trip-hop e guitarras quentes de rock junto de um grupo musical. O debutante auto-intitulado da banda trouxe novos fans e seus próximos lançamentos da série de EPs digitais vão levá-los mais distante do buraco do coelho. Enquanto está na estrada com o Team Sleep para uma turnê de inverno, ele senta nos bastidores e diz mais de cada faceta de seu processo criativo para o ARTISTdirect.
Eu sei que suas influências são diversas. Elas vão do post-punk como Morrissey e The Cure até o amtient jazz, como Bohren An Der Club of Gore, ao rock distorcido, como The Smashing Pumpkins. O Team Sleep é um canal pra pôr todas as suas influências em um único projeto?
Sim, não tem sido algo que está realmente planejado. Tem sido geralmente o jeito simples de fazer música em grupo. Para alguém, a diferença de músicos envolvidos no Team Sleep faz o grupo parecer um pouco estranho. [Baterista] Zach Hill e DJ Crook vieram de dois completamentes diferentes mundos musicais. Mas quando eles estão juntos, é incrível. Pra mim, a música é algo mais punk, com alguma merda de hip-hop no meio, [risadas]. Punk e hip-hop são duas influências com que cresci. Pegando novas coisas que vieram compôr meu estilo de cantar. Obviamente, como você disse, The Smashing Pumpkins são também uma grande inspiração. Eu amo a levada da guitarra. Nós realmentes temos tirado um monte de influências disso e Jane’s Addiction também. Muita melodia e guitarras energéticas me inspiram—não muito power chords—Apenas uma nota discordante. A energia do Bohren and Der Club of Gore são também grande coisas. Durante todo o drone-y, coisas ambientais que nós fazemos, essas influências aparecem. Ultimamente, Team Sleep é uma mistura de tudo que eu gosto e tenho crescido gostando.
As músicas do Team Sleep sempre tem um grande visual. É seu objetivo contar histórias e evocar emoções com essas músicas?
Não é muito contar histórias, mas isso causa alguma alegria. Ao vivo, nós geralmente temos visuais que estamos usando. A música geralmente causa alguma alegria, e a pintura somente é adicionada a issot. Você precisa ver, e você precisa vizualizar. Pra mim, isso é uma das melhores coisas que tenho feito—juntar visual com música—e isso é um dos meus mais divertidos hobbies. A música do Team Sleep é provavelmente um dos melhores tipos de música pra se adicionar visuais.
Eu acho que sim. É mais fácil você criar isso com o Team Sleep porque não há limites. É o caso?
Bem, se você compar isso ao Defotnes, sim. Eu acho que com o Deftones nós construimos uma careira no rock agressivo. Para o Deftones, nós encorporamos um monte de diferentes sons dentro das músicas, mas a música geralmente tem um caminho definido. Eu suponho que há limites onde nós temos que adicionar certos elementos na nossa música pra fazer o que é feito no Deftones. Com o Team Sleep, não há limites. Então isso é um pouco diferente.
Também parece que as músicas do Team Sleep vêm naturalmente pra vocês cindo. As novas músicas nos EP’s digitais são uma evolução do material ao álbum debutante?
Sim, essas músicas do EP são um pouco diferentes. O debutante tem mais de sentimento “vivo”. Nós basicamente gravamos todas as coisas juntos, então soou como uma banda. Enquanto muitas músicas do EP são mais eletrônicas, e foi composto individualmente. Agora a próxima gravação, que nós planejamos lançar em 2010 ou depois, será nosso segundo “full length” álbum que nós faremos como uma banda. Há dois jeitos que eu acredito que o Team Sleep pode trabalhar. Eu não diria que este ou aquele é o melhor. Eu só acho que é divertido estar disponível para fazer os dois.
Dentro de dois jeitos para se criar, parece que você tem duas mentalidades também: o lado eletronico e o da guitarra barulhenta.
Eu não acho que seja dois lados do meu cérebro ou algo do tipo. Isso tudo parece natural pra mim. Eu não sei quando eu estou do lado eletronico ou o da guitarra barulhenta [laughs].
Este novo material tem a mesma grande área de alcance de emoções que o debut do Team Sleep teve? “Blvd Knights” tem uma apaixonada sensação enquanto “Our Ride to the Rectory” tem uma simples vibração de verão. Todas essas emoções estão representadas nas novas músicas?
Sim, definitivamente. Algumas das novas músicas me lembram o som da natureza. Há algumas músicas que soa como um máquinario pra mim. Se você pensa em tecnologia e natureza, isso são mundos diferentes. Eu tento e descrevo isso abrangente. Na minha esquerda, há a grande merda hi-tech eletronica e a minha direita, há a grande coisa “lo-fi” indispensável.
Você acha que a tênue linha entre o natural e o futuro complica as coisas para você como escritor?
É um desafio. Umas das maiores coisas que eu aprecio na música é quando pessoas misturam instrumentação fundamental com intrumentação eletronica. É mais possível que seja imperfeito, e fácil de fracassar. A energia tem que ser exata. Se funcionar, realmente funciona. Então com o Team Sleep, nós temos um monte de coisas que não é usada. Com o Deftones, nós não colocamos tudo que escrevemos nas gravações, então temos uma algumas músicas deixadas de fora. Porém, enquanto escrevo para o Team Sleep, há um tom de música. Então nós somos exigentes na escolha de fazer uma coerente gravação.
A estética do Team Sleep tem uma vibe de anos 70, é esse época que está sempre te inspirando?
Sim, é algo sempre muito nostálgico pra mim. Faz parte da minha infância, então. Pra mim, isso foi o que eu olhava quando era criança. Todas as fotos que eu tenho da minha infância, todas elas lembra isso (risadas). Esse filme está todo no estilo de “Super-8″. Então é nostálgico pra mim. Eu amo procurar velhos vídeos e velhas filmagens daquela época. Com isto, Tento incorporar um monte de diferentes elementos. Essa coisa é realmente fundamental, e isso traz você de volta a sentir-se nos anos 70 e na infância [risos].
É legal, porque é uma grande arte—ambas, música e filmes—sairam desta época. Existia alguma coisa no ar.
Acho que sim. Foi arrepiante também. Um monte dessas coisas realmente foram arrepiantes pra mim. Isso é parte da razão porque eu gosto disso. Eu gosto de coisas muito vagas: alguns filmes, fotos, musicas ou letras em geral. Eu sou muito atracado a coisas incertas que você não sabe o que pensar disso. Pra mim, é um bom sentimento. Essa coisa de ter fascinação por coisas usadas também. É impressionante que isto esteja dentro do que nós fazemoso—seja via Deftones ou Team Sleep. Está em qualquer música ou filmagem que nós trabalhamos.
Você sempre está pronto a explorar emoções em um nível transcedencente onde você transporta seus sentimentos, mas as letras são abstratas.
É uma das minha coisas preferidas sobre música e o que eu tento fazer. É tirado das minhas influências, como Morrissey e The Cure, onde eu tiro das minhas sensações. Eu lembro de sentrar em uma sala como uma criança, e eu tinha todas as fitas do The Cure. As fitas que eu tinha nao contia letras nela. Então eu escutava as músicas novamente e novamente e escrevia as letras à mão. Então eu só lia as letras sem a música. Eu lembro de achar algumas coisas do Robert Smith dizendo que foi tão casual, especialmente em Pornography. É muito vago, mas isso deixa você com estes sentimentos. Ele pintou essas pequenas figuras, mas não tinha como fazer você saber o que ele realmente fez. Honestamente, acho que isso foi o que me enfluênciou a começar a escrever deste jeito. Eu não percebi que eu estava fazendo isso até começar a olhar pra trás, porque essas foram algumas letras que eu me interessei.
Qual é o plano para os EPs digitais?
Nós temos um monte de faixas prontas. A qualidade está do jeito que deveria estar. É mais algo eletronico, e eu não acho que isso será re-gravado, porque isso soa incrível deste jeito. Tudo está indo bem para o lançamento online.
Você me contou antes quão inspirado você está por diferentes formas de arte. Você está ampliando seu interesse sobre outros caminhos artisticos?
Eu definitivamente quero fazer mais coisas visuais. Eu também quero continuar a fazer música pelo máximo de tempo que puder. Piano é uma das minhas coisas favoritas agora. Eu realmente quero tentar e progredir nisso. Mais do que qualquer coisa, eu quero tentar e crescer musicalmente. Também eu quero fazer vídeos. Possívelmente um dia, eu gostaria de escrever, dirigir, gravar e produzir um filme sozinho. É o ultimo objetivo pra mim. Não sei de que forma isso seria, mas seria engraçado [risos].
É ainda difícil achar inspiração depois de criar e participar de duas bandas desde que você foi uma criança?
Não, a música é a inspiração. Qualquer hora eu escolho um guitarra ou tocar piano que me inspira bem. Duas notas que vêem juntas vão influenciar uma idéia completa. É legal estar feliz quando você sente como você estivesse em um tipo de mau lugar em sua mente. Acho que algo bom musicalmente sairá, mas cansa você viver assim. Eu me sinto cansado nos últimos anos, Eu tive uma mudança na minha vida pessoal. Está melhor, e eu acho que me ajudou musicalmente também. Como um monte de coisas novas do Deftones, a escrita que nós estamos fazendo provavelmente é algum dos mais materiais acelerados. Escrevemos, e foi tão rápido. Todos estão muito abertos, e foi uma experiência incrível fazer nossa sexta gravação. Estamos nos divertindo fazendo isso agora. Eu acho que isso é a coisa mais importante: se divertir enquanto fazemos isso.
Isso é porque você toca música e porque você comecou.
A realidade disso é que não pode ser sempre assim. Há altos e baixos. Eu acho que o mal perído foi nos últimos anos com o estrutura do Deftones. Isso foi muito mal. Quando fomos fazer o Saturday Night Wrist, acho que foi onde tudo desmoronou. Obviamente, então tudo voltou novamente. Naquele ponto, nossas relações na banda só tinham crescido em algo mais sólido do que já foi. Essa foi a coisa positiva.
—Rick Florino 12.12.07
ARTISTdirect postou uma entrevista exclusiva com Chino Moreno em sua home page.
Chino falou da atual turnê do Team Sleep, seu próximo EP digital, suas influências e a proxima gravação do Deftones.
Entrevista completa.
http://www.artistdirect.com/nad/news/article/0,,4504799,00.html
Em breve tradução da entrevista!!!!
O site Westworld divulgou um artigo sobre o projeto paralelo de Chino – Team Sleep.
O homem de frente do Deftones diz que o novo álbum do Team Sleep não estará disponível em breve.
“Nós não lançaremos nada até 2010.” Disse Moreno.
De acordo com o site theprp.com, o Team Sleep estará numa turnê pela costa oeste dos EUA. Datas abaixo.
Novembro 29th Orangevale, CA – The Boardwalk
Novembro 30th Portland, OR – The Hawthorne Theatre
Dezembro 01st Seattle, WA – El Corazon
Apoiado por Sonny (ex-from first to last), Monster In The Machine e Strata.
Dezembro 02nd Boise, ID – TBA
Dezembro 03rd Salt Lake City, UT – Avalon Theatre
Dezembro 04th Denver, CO – Marquis Theatre
Dezembro 06th Oklahoma City, Ok – The Conservatory
Dezembro 07th Houston, TX – Meridian
Dezembro 08th Austin, TX – Mohawk
Dezembro 09th Dallas, TX – Cambridge Room at House of Blues
Dezembro 10th San Antonio, TX – White Rabbit
Dezembro 11th El Paso, TX – Club 101
Dezembro 12th Tempe, AZ – The Clubhouse
Dezembro 13th Hollywood, CA – Henry Fonda Theatre
Dezembro 14th Pomona, CA – The Glasshouse
Dezembro 15th San Diego, CA – SOMA
Dezembro 16th San Francisco, CA – Slims